INCENTIVOS FISCAIS FEDERAIS, CONEXÕES POLÍTICAS E GERAÇÃO DE VALOR ADICIONADO EM EMPRESAS BRASILEIRAS LISTADAS NA B3

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DOI :

https://doi.org/10.4270/ruc.2025108

Mots-clés :

incentivos fiscais federais, conexões políticas, geração de valor adicionado

Résumé

Esta pesquisa teve como objetivo analisar os efeitos dos incentivos fiscais federais e das conexões políticas sobre a geração de valor adicionado em empresas brasileiras listadas na B3, bem como verificar se as conexões políticas moderam a relação entre incentivos fiscais e valor adicionado, no período de 2011 a 2021. O nível de incentivos fiscais federais (NIFF) foi mensurado como a diversidade de tipos de incentivos usufruídos simultaneamente pela empresa, conforme informações divulgadas nas notas explicativas. Para testar as hipóteses propostas, estimaram-se quatro modelos dinâmicos por meio do Método dos Momentos Generalizados Sistêmico (GMM-Sistêmico). Os resultados indicam associação estatisticamente significativa e positiva entre o nível de incentivos fiscais federais e a geração de valor adicionado a partir dos ativos totais (VAAT) e o valor adicionado sobre o patrimônio líquido (VAPL). Em relação às conexões políticas, os coeficientes para os modelos (VAAT e VAPL) foram significativos e negativos, sugerindo menor geração de valor adicionado para empresas que utilizam esse tipo de estratégia política. Adicionalmente, a interação entre NIFF e CPDC apresentou efeito negativo nos modelos VAAT e VAPL, indicando que as conexões políticas por doações reduzem o efeito positivo associado aos incentivos fiscais federais. Esses achados sugerem que, embora a diversidade de incentivos fiscais se relacione positivamente com a criação de valor, determinados tipos de conexões políticas podem enfraquecer essa associação.

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Publié-e

2026-05-05

Comment citer

OLIVEIRA, N. G. D., FRANCISCO, J. R. D. S., CUNHA, J. V. A. D., & TAKAMATSU, R. T. (2026). INCENTIVOS FISCAIS FEDERAIS, CONEXÕES POLÍTICAS E GERAÇÃO DE VALOR ADICIONADO EM EMPRESAS BRASILEIRAS LISTADAS NA B3. Revista Universo Contábil, 21(n. 1). https://doi.org/10.4270/ruc.2025108