HÁ FRAGILIDADE NOS POSICIONAMENTOS DE MARCA?

UM ESTUDO DE CASO DA CAMPANHA THE BEST A MAN CAN BE, DA GILLETTE, E AS IMPLICAÇÕES DA IDENTIFICAÇÃO DO PÚBLICO COM VALORES PRÉ-ESTABELECIDOS

Autores

Resumo

O presente trabalho objetiva analisar as motivações do público para não identificar-se com o posicionamento da Gillette na campanha We believe: The best men can be, gerando a repercussão negativa e movimentos de boicote. Dessa forma, no que tange às suas tipologias, este trabalho particulariza-se pelo uso das pesquisas Básica (quanto à sua natureza), Exploratória (quanto a seus objetivos), Bibliográfica e Estudo de Caso (quanto a seus procedimentos técnicos) e Qualitativa (quanto a abordagem do problema), sendo que a coleta de dados ocorreu nas plataformas Twitter (atual X) e Youtube, no período de janeiro de 2019. Ao fim do estudo, entende-se que reposicionar uma marca com base em pautas sociais é uma tarefa complexa, especialmente quando se desafia a masculinidade hegemônica. No entanto, com a abordagem correta, é possível quebrar paradigmas e alcançar um impacto positivo.

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Biografia do Autor

Bel. Marcos Caetano Oliveira, Universidade Feevale

Bacharel em Publicidade e Propaganda pela Universidade Feevale (Novo Hamburgo/RS).

Dr. Mauricio Barth, Universidade Feevale

Doutor em Diversidade Cultural e Inclusão Social, mestre em Indústria Criativa, especialista em Gestão de Marketing, bacharel em Publicidade e Propaganda. Professor em cursos de Graduação e Pós-graduação Stricto Sensu e Coordenador Editorial na Universidade Feevale (Novo Hamburgo/RS). E-mail: mauricio@feevale.br, Orcid: https://orcid.org/0000-0001-9125-9832, Lattes: http://lattes.cnpq.br/6385230216822855.

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Publicado

13-10-2026

Como Citar

Oliveira, M. C., & Barth, M. (2026). HÁ FRAGILIDADE NOS POSICIONAMENTOS DE MARCA? UM ESTUDO DE CASO DA CAMPANHA THE BEST A MAN CAN BE, DA GILLETTE, E AS IMPLICAÇÕES DA IDENTIFICAÇÃO DO PÚBLICO COM VALORES PRÉ-ESTABELECIDOS. Linguagens - Revista De Letras, Artes E Comunicação, 20(1), 177–199. Recuperado de https://ojsrevista.furb.br/ojs/index.php/linguagens/article/view/12188