TENTATIVA DE ARRANCAR RAÍZES OU ARREVIBR[AR]AÇÕES NO CAMPO DE FUGA
Resumo
Este ensaio propõe a experiência do corpo em deslocamento até a beira do mar, tomando como metáforas centrais a respiração, o mergulho e a transição entre vida e morte. A partir de uma narrativa poética e sensorial, discute-se a dualidade entre origem interna e externa do ser, bem como a constante busca por sentido e reconexão com o essencial. O mar surge como espaço liminar, onde o corpo, ao caminhar, pausar e sentir, atravessa um processo de transformação existencial ao usar uma máscara feita de raízes. Inspirado por conceitos de procedimento nas artes visuais, o texto explora a respiração como gesto ontológico e a travessia como rito simbólico de renascimento, evocando a dimensão entre presença e ausência, finitude e expansão. O ensaio se insere no campo das reflexões contemporâneas nas artes visuais sobre corpo, espaço e subjetividade, propondo uma leitura sensível da existência enquanto experiência de reverberação e retorno.
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